04 março 2017

13 de Março 2017 - 18 horas com segunda chamada ás 18;30 horas

Boa noite,
Compareceram á reunião os Srs. João Filipe Frade de Sousa, Julio César Araujo, Maria Valdecira de Lima Silva, João Francisco santos Verges e Epaminondas de Paula Freiras Filho. Foram apresentados o Folder ALeste sobre o Seminário e a documentação a ser levada a cartório; a ATA de eleição e posse da nova Diretoria e ATAS anteriores para assinatura; Foi comunicado pelo Sr. Julio Araújo que o Dr. Saldiva aceitou o convite para a participação no Seminário tendo o seu dia sido marcado para 08 de Junho de 2017. Ficou o Sr. Julio de contatar o Dr. Wagner De Latorre Giron. Os demais candidatos Dr. Coimbra e Dr. Ildemar ficaram de ser convidados e contatados, pelos Diretores a serem definidos na próxima reunião. No entanto, em virtude da falta de quórum não foi tomada nenhuma decisão.
PEDIMOS encarecidamente a todos os que fazem parte da Diretoria que atendam á nova convocação, afim de deliberarmos sobre assuntos de suma importância e assinatura das ATAS afim de que não estejamos sujeitos a encargos e multas.
A PRINCIPIO foi acordada a nova Data para a próxima Segunda-Feira dia 20 ás 18 h com segunda chamada ás 18,30 horas. PEDIMOS a todos que se manifestem e façam um esforço extra para se fazerem presentes OU então que sugiram uma nova data com a máxima urgência.
FAVOR CONFIRMAREM!
Att
Filipe de Sousa


Olá amigos e companheiros,.
Chamo a atenção neste poste para a necessidade de TODOS os componentes da Diretoria e do Conselho Fiscal da Associação se fazerem presentes na próxima reunião do dia 13 de Março, já que necessitam de assinar a Lista dos Cargos Diretivos e de presença, afim de que possamos legalizar a Posse junto aos órgãos competentes.
Também chamo a atenção para os assuntos a serem colocados que precisam de definições e sugestões:
1 - Folder ALeste;
2 - Adesivo ALeste;
3 - Finalização e definição das Diretorias Auxiliares;
Definições de datas e horários do Seminário Terra, Ar e Água.
Forte abraço a todos e até lá.

15 fevereiro 2017

ALeste
TERRA, AR & ÁGUA
O que comemos, o que bebemos e o que respiramos!

Movimento Popular Permanente “Terra, Ar & Água”, é uma junção de proposta e de necessidade da busca por uma sociedade mais organizada e comprometida com a sua qualidade de vida.

É fato que as comunidades em torno de refinarias e de outras fontes poluidoras como grandes rodovias, fábricas, etc. são diuturnamente afetadas em sua saúde por essas fontes poluidoras, que agregadas a uma região ou país, formam o problema Ar e Água que respiramos e bebemos.

A partir de meados do século XVIII, com a Revolução Industrial, aumentou muito a poluição do ar e da água. A queima do carvão mineral despejava na atmosfera das cidades industriais, toneladas de poluentes. O processo industrial da maioria das indústrias passou a jogar resíduos com os mais diversos compostos químicos nos rios.

A partir deste momento, o ser humano teve que conviver com o ar e a água poluídos e com todos os prejuízos advindos deste "progresso".

Atualmente, quase todas as grandes cidades do mundo sofrem os efeitos daninhos da poluição do ar. Cidades como São Paulo, Tóquio, Nova Iorque e Cidade do México estão na lista das mais poluídas do mundo.

No caso específico falando-se de poluição, da cidade de São José dos Campos e mais propriamente no que tange à região Leste, os três maiores interventores ambientais são a REVAP – Refinaria Henrique Laje (incluindo-se aqui o Pólo de distribuição de gás), a Rodovia Presidente Enrique Gaspar Dutra e a SABESP.
Esta poluição e o descaso da última têm gerado diversos problemas nas comunidades do entorno.
A saúde dos habitantes, por exemplo, é a mais afetada com a poluição da REVAP e da Rodovia Presidente Dutra.

Doenças respiratórias como a bronquite, rinite alérgica, alergias e asma levam milhares de pessoas ao hospital Municipal, Unidades de Pronto Atendimento e Unidades Básicas de Saúde todos os anos. Outros problemas de saúde são: irritação na pele, lacrimação exagerada, infecção nos olhos, ardência na mucosa da garganta e processos inflamatórios no sistema circulatório (quando os poluentes chegam à circulação).
A poluição atmosférica também tem prejudicado os ecossistemas e o patrimônio de cada um de seus habitantes. Fruto desta poluição, a chuva ácida mata plantas, animais e vai corroendo, com o tempo, carros, imóveis, contaminando piscinas, etc...

Quanto ao problema da água, como falei anteriormente é tão grave quanto o da poluição atmosférica e isto está bem explícito no artigo do Dr. Coimbra sobre “a água que bebemos”. Despejos em natura de esgoto SABESP, despejos de resíduos industriais (REVAP) em subafluentes do Rio Paraíba do Sul (fonte de captação da água que bebemos) e, a dificuldade de sua eliminação pelo sistema de pseudo – purificação, usado pelas duas empresas, REVAP e SABESP. E a água contaminada e impura está causando também inúmeros problemas de saúde à população Joseense.

O LUCRO é precioso para a manutenção do emprego, mas dele não depende a vida.

Já imaginaste maior suplício do que morrer de sede, rodeado de água por todos os lados?

- A vida existe porque a água existe.

- Sem água não há milho. Sem milho não há pão. Sem pão morremos de fome.

- Sem água a erva seca. Sem erva os animais morrem de fome, também.

- Sem água, morrem as plantas, os homens e os animais.

- Contudo, não basta que a água exista.

Assim, é preciso preservar a sua virgindade, ou seja, é preciso mantê-la incolor e transparente, insípida e inodora, para que possa gerar vida.

É preciso também preservar a atmosfera, pois o ar puro é imprescindível à saúde do ser humano.
O homem? 

O homem não vive sem beber água pura. Também não vive sem respirar ar puro.

O Movimento popular Permanente “Terra, Ar & Água” quer construir sua história pautada no desenvolvimento sustentável da Região.

A noção de sustentabilidade remete ao conceito de interação entre todos os elementos da natureza. Quando observamos os animais, a floresta, o solo, a água e o ar, percebemos que eles não são elementos isolados, pelo contrário, trabalham juntos para garantir a conservação da vida. E na região leste observamos a poluição do ar, da água e dos lençóis freáticos.

E garantir isto é garantir a boa qualidade de vida também dos humanos do entorno da REVAP - Refinaria Enrique Laje. Preservar a água que bebemos e o ar que respiramos é a nossa luta.

Assim é dever de todos os cidadãos, preservarem e lutarem pela sua saúde, de seus filhos, netos e demais familiares, apoiando o crescimento sustentável das comunidades do entorno sem sustos, preocupações e desvalorização de seu patrimônio imaterial.

Filipe de Sousa
Evento do Sindipetro em Santos (SP) dia 12/02/ Contra a Privatização de Petrobras e Reforma da Previdência Social!
ALeste representada pelo nosso Diretor, Sr. Epaminondas de Paula Freitas Filho.

10 janeiro 2017

Recibo de entrega da documentação da ALeste ao novo Presidente.


Se o Governo Federal Liberou toda a grana para ASFALTAR TODO O BAIRRO POUSADA DO VALE, porque as obras ficaram pela metade. A entrada do Bairro está toda esburacada e metade dele sem asfalto.
Onde foi parar essa grana?

Carta aberta dos petroleiros à população: Os indicadores de saúde pública e a indústria do petróleo
As condições de saúde dos moradores da zona leste de São José dos Campos são afetadas pelas atividades da Revap (Refinaria Henrique Lage). A incidência de câncer é maior nas áreas de produção de derivados de petróleo e onde tem maior concentração de transito. A informação é do especialista em saúde pública, Dr. Paulo Saldiva, do Hospital das Clínicas de São Paulo, que realizou palestra no Sindicato dos Petroleiros de São José dos Campos em agosto.
A empresa deve tratar bem seus empregados e os moradores do em torno.
Segundo Dr. Paulo, “os indicadores de saúde atuais no Brasil melhoraram, mas o desenvolvimento tecnológico não trouxe melhorias no controle da poluição. Hoje, quatro mil pessoas morrem por causa da poluição em São Paulo por ano. Isso é mais do que mata a AIDS”.
Ele afirmou que os riscos de se viver em cidades, principalmente as grandes cidades, está ligado à poluição do ar, áreas de calor, risco de deslizamento, tráfego altamente poluente. Parte dos problemas ambientais das grandes cidades passa pela indústria do petróleo.
Nós denunciamos em várias ocasiões e continuamos denunciando a política da Petrobras que privilegia o lucro em função dos riscos. Essa política reduz o número de empregados nas refinarias e impõe uma série de fatores, como: maior risco operacional, falta de controle da emissão de poluentes, manutenção reduzida e terceirizada, pressão e falta de melhores condições de trabalho provocando stress . Cada risco deste pode aumentar os danos para os trabalhadores da refinaria e para a população do entorno.
Danos existem e não há como negar. “A energia engarrafada (oriunda do petróleo) provoca danos até que ponto no entorno? As crianças vão ter prejuízo no desenvolvimento pulmonar, pode haver incidência de câncer pouco maior, grávidas podem perder o bebê”, diz o Dr. Saldiva.
Por isso, toda a discussão que fazemos sobre as atividades da Petrobras ainda é pouco para garantir a saúde de quem gera a riqueza da empresa e de quem vive, principalmente, na zona leste.
Nós temos que juntar forças, trabalhadores e moradores, para exigir da empresa maior controle na produção e contratação de mais funcionários para operar com segurança a refinaria e diminuir a margem de risco das atividades da empresa. A saúde de todos nós está em jogo e, por isso, está é uma luta conjunta!
Fonte: Sindipetro



Fundo Especial aceitará pedidos de projetos destinados a implementar as recomendações formuladas pelo Subcomitê de Prevenção da Tortura da ONU. Serão financiados projetos de até 25 mil dólares.
Conheça:
https://nacoesunidas.org/fundo-da-onu-de-prevencao-a-tortura-financia-projetos-prazo-e-dia-1-de-marco/

Olá amigos(as) !
Já está disponibilizada na WEB a edição de Janeiro da Gazeta Valeparaibana; em REVISTA para ser lida online pelo site ou na versão em PDF; para quem queira baixar para ler ou usar os temas para serem abordados na sua primeira aula, provocando a interação com seus alunos.

Leia e nos dê um feedback positivo ou negativo - Sua opinião critica é muito bem vinda.

17 dezembro 2016

Olá amigos(as) !
Já está disponibilizada na WEB a edição de DEZEMBRO da Gazeta Valeparaibana; em REVISTA para ser lida online pelo site ou na versão em PDF para quem queira baixar e imprimir para ir lendo ou usar os temas para serem abordados em sala de aula, como temas transversais.

Aos docentes: Boas matérias para formatação de aulas

O que são os Temas Transversais se não são temas para serem trabalhados somente nas aulas de Filosofia nem temas a serem retomados pelas aulas de Moral e Cívica nem temas que substituam os conteúdos das grades curriculares?

Ao serem considerados pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) fatores importantes para a transformação educacional, os Temas Transversais vêm dar à educação escolar um novo colorido e trazem consigo um novo conceito de ensino–aprendizagem e de escola. Mas como se configuram? O que são? Como podemos colocá-los em prática?

Na verdade, os Temas Transversais são mais uma forma de incluir as questões sociais no currículo escolar. Embora isso não seja novidade, pois já vinham sendo tratados junto a algumas disciplinas específicas ou mesmo como uma nova disciplina, são trazidos de tal maneira que emprestam um novo movimento ao currículo escolar.

Os Parâmetros Curriculares Nacionais incorporam essa tendência e a incluem no currículo de forma a compor um conjunto articulado e aberto de novos temas, buscando um tratamento didático que contemple sua complexidade e sua dinâmica, dando-lhes a mesma importância das áreas convencionais. O currículo ganha em flexibilidade e abertura, uma vez que os temas podem ser priorizados e contextualizados de acordo com as diferentes realidades locais e regionais, e outros temas podem ser incluídos.

E é por isso que a Gazeta Valeparaibana sempre se adianta ao publicar textos e valorizar os temas do mês.


Confira! A sua aula vai ficar mais alegre e a interação muito mais efetiva.

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