28 outubro 2011

APP - AR & ÁGUA

Olá a todos,
Lembrando os pontos principais da última reunião (21/10/2011):
a) Presença: Edson (Sindipetro), Epaminondas e Nelson (Saviver), Clara e Denis (Ação Eco Socialista), Gláucia (Oposição Aternativa/APEOESP), Yasmin (O.J.E.) e Filipe de Sousa (Amigos da Zona Leste);
b) Definições e propósitos:
- Depois de alguns debates, fomos caracterizados como "um movimento popular em favor do meio ambiente, saúde e qualidade de vida dos moradores da Zona Leste de SJC e região";
- A melhoria das condições da saúde da população passa pela melhoria da qualidade do ar que respiramos e da água que consumimos;
- Muitas são as fonte poluidores da cidade, sendo a principal a Revap (Petrobras), sem esquecer das outras indústrias e da própria Rodovia Pres. Dutra, que corta São José;
- Em relação à principal fonte poluidora, o propósito do movimento não é fechar a Revap, mas exigir que a Petrobras cumpra as exigências dos órgãos ambientais e passe a atuar dentro dos limites de tolerância estabelecidos pelos organismos internacionais de saúde. Que a sua propagada sustentabilidade e compromisso socioambiental comece aqui mesmo, dentro da refinaria e nos bairros do entorno.
c) Ações:
- Com o intuito de envolver cada vez mais a população e entidades, será necessário colher a maior quantidade de dados possível, a partir dos trabalhadores (Sindipetro), bairros (Saviver) e órgãos públicos;
- Divulgar o vídeo com a palestra do Dr. Paulo Saldiva nas escolas da região (Ação Eco Socialista e Apeoesp);
- Realizar um evento cultural - a princípio no dia 03.12.2011 - em um local público, a fim de divulgar o movimento e envolver a população;
- Realizar um seminário no Sindipetro no início de 2012, onde serão formadas comissões que irão atuar mais profundamente segmentos específicos, como saúde, jurídico, comunicação & mídia, político e etc.;
- Encartar a Carta Aberta dos petroleiros no próximo jornal da Saviver (fim de novembro/2011), com a convocação para o evento cultural em dezembro;
d) Nossas reuniões serão sempre às sextas-feiras, às 16 hs, no Sindipetro. A próxima será no dia 28/10 e a pauta será essencialmente organizativa.
- Divulgação dos Eventos pelo jornal Gazeta Valeparaibana e radio WEB CULTURAonline, além de outras mídias chamadas de convencionais.
Acho que foi isso. Se faltou algo, por favor, mandem seus complementos...
Abraços e até sexta!
Denis

20 outubro 2011

REGULARIZAÇÃO de Loteamentos

20/10/2011
Prefeitura começa regularização de mais três loteamentos

A Prefeitura de São José dos Campos encaminhou ao 2º Cartório de Registro de Imóveis o pedido de regularização dos loteamentos Jardim Primavera 1A e 1B, na região leste. O primeiro passo será a elaboração de um documento de demarcação das áreas. Após o registro dos lotes, os donos poderão obter uma certidão de posse e, mais tarde, a escritura definitiva. No total, são 276 lotes, com índice de ocupação da ordem de 83%, redes de abastecimento de água e de energia, e coleta de lixo.

A Prefeitura também enviou ao 1º Cartório de Imóveis a documentação para regularizar o bairro Antonio Aleixo, localizado em área pública na região sul. Esse processo começa com o registro da matrícula imobiliária da área total e, em seguida, o Município formalizará a doação dos terrenos para transferência aos ocupantes. Com esses pedidos, já são quatro os processos de regularização por solicitação direta aos cartórios. Em agosto, foi regularizado pelo mesmo método o Jardim Mesquita, na zona sul.

Esse modelo inclui ainda as etapas de mapeamento da área e dos terrenos, produção de laudos técnicos ambientais, definição das divisas e identificação dos titulares. Também são consultados os vizinhos da área loteada irregularmente para verificação dos dados. Com a regularização,

quem possui o imóvel poderá receber uma certidão de posse com validade de cinco anos. Após esse período, o imóvel terá uma matrícula no cartório e poderá ser feita a escritura definitiva.

Essa nova forma de regularização fundiária dispensa a tramitação por via judicial, que geralmente é mais demorada – cerca de oito anos, em média. O modelo se baseia em sentença proferida em outubro de 2010 pela Corregedoria de Justiça da Comarca em atendimento a uma ação promovida pela Prefeitura. Diversas administrações municipais do país têm feito consultas à Secretaria de Habitação de São José, interessadas em adotar os mesmos procedimentos.

O Primavera 1A tem 78 lotes, o Primavera 1B tem 198, enquanto o Antonio Aleixo tem 32 lotes.

18 outubro 2011

Normalizada a disponibilidade

Caros ouvintes e voluntários,
Depois de muitos esforços já se pode sintonizar a rádio pelo site do jornal Gazeta Valeparaibana.

Não percam:
HOJE - 18h - PONTO FINAL com Filipe de Sousa
              20h - CÓDIGO DE ÉTICA com Diógenes Fuerte

28 setembro 2011

O porque da ALESTE"

"Não queremos dividir, queremos somar. Unir todas as lideranças comunitárias num mesmo sentimento e numa mesma luta. Pelos nossos direitos e por uma 
Zona Leste maior. "

15 setembro 2011

A Leste da Zona Leste

HOJE > 18:00 ás 20:00h  na CULTURAonline

Programa ALESTE da Leste com Filipe de Sousa
Festa do Jabá no Campos de São José
Mais uma vez a Petrobras enfia o pé na Lama
Noticias da Cidade
O Padre esqueceu de rezar pelos mortos
E muito mais! Não perca.

14 setembro 2011

CLIENTELISMO e a História no século XIX

Por que um sistema político forjado para assegurar a manutenção das hierarquias sociais, garantir a continuidade da escravidão e do virtual monopólio da propriedade fundiária precisou de eleições tão constantes e que ocupavam a atenção das comunidades durante quase todo o ano? Por que o último país a pôr fim à escravidão, e única monarquia americana tinha um número de pessoas envolvidas com o processo eleitoral maior que o de alguns países europeus da mesma época? Como o clientelismo, que assegurou o predomínio social e político do chefe local sobre seus parentes e aderentes, foi a base através da qual se construiu a centralização política de um Estado "moderno" e familiar ao mesmo tempo? Estas são algumas das originais e instigantes questões levantadas por Richard Graham em livro que enriquece decisivamente a historiografia sobre a sociedade brasileira do século XIX, mas que nos leva a uma inevitável e um tanto angustiante reflexão sobre as nossas próprias crenças eleitorais.
Através de descrições minuciosas de situações, rituais eleitorais, do detalhamento de processos políticos e administrativos, Graham evidencia o contexto histórico sem separar política, relações sociais, e experiências culturais. O clientelismo, ainda que gerado para consolidar a supremacia dos proprietários de terra e escravos articulada ao poder central, não aparece como um sistema infalível ou isento de incertezas e tensões. O controle social obtido nunca foi absoluto, e as ameaças de desordem, brechas, desobediências, ansiedades continuaram a atuar. Ao tratar das ansiedades dos líderes políticos, das mobilidades sociais e espaciais, Graham indica que sua perspectiva não está restrita à elucidação de um modelo formal, ou de um sistema em funcionamento perfeito e harmônico, uma vez que a tensão e o movimento estão presentes no fenômeno que desvenda.
A legislação, relatórios ministeriais e de outras autoridades, memorialistas, discursos parlamentares, e outras publicações do século XIX foram pesquisados. Mas as principais fontes do livro são correspondências oficiais e pessoais, em quantidade formidável, a que a análise empresta uma inédita dimensão de conjunto, a partir da qual o autor indica a extensão nacional do clientelismo. No fundo mais do que isso, pois a construção do Estado centralizado baseou-se nas redes clientelistas. Nega-se uma imagem mais ou menos atual, provavelmente gestada na Primeira República, de que o Nordeste seria o grande responsável pelo atraso de um suposto projeto de modernidade.
"As estruturas da política", "A atuação política" e "A prática do clientelismo" são as três partes do livro através das quais se vislumbra a vida social e política do Império, em uma narrativa circular. "O Teatro das Eleições" é o capítulo mais inovador e pode ser escolhido como entrada, merecendo um comentário mais longo. A Constituição de 1824 implementou um sistema de eleições indiretas e censitárias. Os votantes escolheriam os membros do colégio eleitoral – ou eleitores – que por sua vez escolheriam os componentes da Câmara dos Deputados. Mas a dúvida levantada pelo autor é: quem eram de fato os votantes? Longe estavam de pertencer a uma "classe dominante", como nebulosamente defenderam algumas correntes da historiografia que não haviam ainda se debruçado sobre tal documentação, e com olhos menos predispostos a reconhecer a especificidade da política na época imperial. Vinham, antes, do variegado mundo dos homens livres, sem distinção formal baseada em raça ou exigência de alfabetização. A junta de qualificação, controlada pela facção no poder, decidia quem seria ou não qualificado como votante. As interpretações da lei sobre as exigências de renda obedeciam à necessidade dos chefes locais em arrebanhar protegidos, levando-os quase como um pequeno exército a encher nos dias de eleição as pequenas cidades. Ali eram calçados, vestidos, alimentados e alojados, e mantidos sob cuidadosa vigilância, pois adeptos do exército inimigo poderiam aliciá-los. Exibir seu número significava medir forças com o adversário. Havia um complexo jogo entre ações extralegais – pela força ou pela fraude – e a legalidade. Ostentar uma força (mesmo que não se concretizasse) seria o caminho para o futuro reconhecimento de um líder político.
Encenava-se a detalhada hierarquia social, os diferentes status dos votantes – bacharéis, membros da Guarda Nacional, clérigos, agregados ou simples lavradores –, a posição inferior dos votantes diante dos superiores, e mesmo a superioridade dos votantes sobre os demais habitantes livres e os escravos (distinção esta fundamental, ali mais uma vez lembrada). Mais do que uma exclusão, as eleições eram uma forma de diferenciação. Os clientes demonstravam lealdade, obediência, reconhecimento; os patrões reafirmavam seu dom de proteção. Por tudo isso o espetáculo devia e podia ser amplo, bem como essencialmente público, quase uma festa, embora uma festa sempre tensa e que podia ser também violenta.
Nas igrejas – onde antes havia sido montado um cenário ligeiramente diferente daquele dos dias comuns e que recortava, na hierarquia social, a ordem política – chegavam, ostentando as insígnias oficiais de cada cargo, o juiz de paz e membros da Câmara municipal, ocupando a mesa eleitoral, soberana sobre o resultado local das eleições. Ao lado destes, o padre. A partir de 1842 juntava-se a estes o delegado, presença do distante poder central, que roubava do juiz de paz – ele próprio eleito localmente – o lugar de presidente da mesa e outras atribuições policiais e judiciais, mudança que não se operou sem reações violentas.
Espelhando o paradigma familiar, a troca de lealdade e obediência por proteção e favores constituía a matriz das relações sociais entre clientes e patrões, recriada quase indefinidamente entre os vários estratos sociais.
O virtual monopólio da propriedade da terra consistia não tanto em interesse econômico imediato, mas em um decisivo instrumento político. Um grande proprietário transformava-se efetivamente em um chefe local ao formar sua própria clientela. Podia conseguir dos "moradores" que ocupavam suas terras algo parecido com um pequeno exército, fosse para trabalhar em alguma empreitada ocasional, para votar ou para lutar. Ele também conseguiria livrar seus potenciais protegidos do recrutamento forçado, poderoso instrumento de controle social, da mesma forma que entregaria os recalcitrantes.
Também o governo central – simbolizado no primeiro pai, o Imperador – funcionava como uma espécie de padrinho para os chefes locais, constituindo-se na proteção contra as tensões sociais latentes, ao controlar uma rede de autoridades para vigiar a manutenção da ordem pública. Ficava cada vez mais claro que a autonomia regional ou provincial podia significar perigo. Ocupar aquela mesma rede de autoridade era objetivo dos chefes locais, uma vez que significaria aumentar sua clientela e prestígio. Surge daí o sentido da expressão "tomar posse" dos cargos públicos, ainda em voga. Por outro lado, o gabinete ministerial necessitava da lealdade do chefe local para consolidar a centralização política. Os ministros, mesmo nomeados pelo Imperador, dependiam do Congresso. Os deputados eram eleitos pelos chefes locais. Mas os ministros tinham o poder de controlar o processo eleitoral através das nomeações, seja para funções diretamente ligadas às eleições, seja para outros cargos que precisariam ser devidamente retribuídos com lealdade. Claro que o poder que nomeava também afastava. Toda a rede clientelista é minuciosamente explorada por Graham, nesse movimento de direções dispersas e às vezes contraditórias entre o poder local e o central.
A estrutura política recriava a hierarquia social. A cada voto, pedido de emprego, concessão de um favor, cada um reconhecia sua posição de inferior ou superior, dependendo da situação. Atender às solicitações dos clientes colocava em questão a própria posição como protetor, mesmo tratando-se de um ministro de Estado.
A análise da organização partidária do Império, evitando categorias anacrônicas, indica como Liberais e Conservadores participavam igualmente dos procedimentos clientelísticos. Sua cisão não era ideológica ou programática. A lealdade partidária, cuja manutenção não era tarefa fácil, dobrava-se antes a uma lealdade pessoal. Durante as campanhas procuravam-se as afinidades familiares, as amizades, as influências, as obrigações muito mais do que se defendia uma plataforma singular.
Curiosamente, era comum a preocupação em realizar eleições justas, o que significava aceitar que os adversários em algum momento participassem do poder. Os políticos acreditavam-se portadores de uma adesão plena aos princípios constitucionais e representativos.
Uma espécie de revezamento implícito expressava como cada partido ou facção, mais do que estar no governo, almejava ser o governo. As tensões entre facções ou entre autoridades, se bem administradas, perpetuavam o sistema como um todo.
Embora estabeleça como limites temporais do livro o reinado de D. Pedro II, entre 1840 e 1889, Graham reflete sobre o contexto de implantação do regime republicano ao abordar a reforma eleitoral de 1881 como fruto de transformações sociais. A introdução das eleições diretas e a exigência de alfabetização reduziu o número de habitantes envolvidos nas eleições de um milhão para 150 mil. Os argumentos favoráveis à reforma evidenciam que, com o fim iminente da escravidão, e o risco de que o sistema, tal como era, não fosse mais capaz de servir a seus objetivos, os fazendeiros aceitaram a restrição aos alfabetizados, bem como a nova forma de comprovação de renda. No entanto, a mudança era uma adaptação do clientelismo, pois os procedimentos básicos continuaram. A República continuou tanto com o voto restrito sob a nova aparência de universal, quanto com o clientelismo, desde então tornado federal. Haveria, entretanto, agora, novos cargos na disputa.
Finalmente, a narrativa não segue um tom comum entre alguns brasilianistas norte-americanos, pretendente a uma descrição empírica neutra que desperta certo enfado, apesar do mérito das pesquisas de grande alcance. Ao contrário, a leitura de Clientelismo e Política no Brasil do Século XIX é marcada pelo envolvimento de sua escrita. A um entendimento estreito de que o clientelismo seria um fenômeno tipicamente brasileiro o autor contrapõe uma série de referências a lugares e épocas nos quais fenômenos semelhantes têm sido analisados.
Comentário: Tão atual e tão velho quanto a nossa Vela e atual República. 
Filipe de Sousa

28 agosto 2011

CULTURAonline


PROGRAMA: Aleste da Zona Leste
Um divulgador da Associação Amigos da Zona Leste de São José dos Campos
Participe!!!
Envie-nos notícias de sua comunidade, de sua Associação.
Aqui nós temos uma voz para reivindicar!
Email: amigosdazonaleste@gmail.com




20 agosto 2011

JUNTE-SE A NÓS, por uma Zona Leste melhor!

Assessoria nas áreas de:

- Elaboração e implantação de projetos;
- Juridica;
- Organizacional;
- Captação de recursos;
- Elaboração de um Calendário de Eventos Regional.


JUNTE-SE A NÓS:

31 julho 2011

Sempre atual e hoje, mais do que nunca necessário lembrar

Há homens ímpares na História, que se caracterizam por uma nobreza de espírito cada vez mais rara nos dias que correm. Abraham Lincoln terá sido provavelmente um desses homens.

"Caro Professor



Ele terá que aprender que nem todos os homens são justos, nem todos são verdadeiros, mas por favor diga-lhe que, por cada vilão há um herói, que por cada egoísta, há também um líder dedicado, ensine-lhe por favor que por cada inimigo haverá também um amigo, ensine-lhe que mais vale uma moeda ganha que uma moeda encontrada, ensine-o a perder, mas também a saber gozar da vitória, afaste-o da inveja e dê-lhe a conhecer a alegria profunda do sorriso silencioso, faça-o maravilhar-se com os livros mas deixe-o também perder-se com os pássaros do céu, as flores do campo, os montes e os vales.

Nas brincadeiras com os amigos, explique-lhe que a derrota honrosa vale mais que a vitória vergonhosa, ensine-o a acreditar em si, mesmo se sozinho contra todos. Ensine-o a ser gentil com os gentis e duro com os duros, ensine-o a nunca entrar no comboio simplesmente porque os outros também entraram.

Ensine-o a ouvir a todos, mas, na hora da verdade, a decidir sozinho, ensine-o a rir quando está triste, e explique-lhe que por vezes os homens também choram. Ensine-o a ignorar as multidões que reclamam sangue e a lutar só contra todos, se ele achar que tem razão.

Trate-o bem, mas não o mime, pois só o teste do fogo faz o verdadeiro aço, deixe-o ter a coragem de ser impaciente e a paciência de ser corajoso.
Transmita-lhe uma fé sublime no Criador e também fé em si, pois só assim poderá ter fé nos homens.

Eu sei que estou a pedir muito, mas veja o que pode fazer, caro professor. "

Abraham Lincoln, década de 1830, 16º Presidente dos EUA

23 julho 2011

Aniversário da cidade

Artesãos podem se inscrever para a feira do Parque da Cidade
A Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) recebe nesta segunda-feira (25) inscrições de artesãos autônomos interessados em comercializar seus trabalhos nas comemorações pelos 244 anos de São José dos Campos na quarta-feira (27) no Parque da Cidade. A programação de aniversário é realizada pela Prefeitura e coordenada pela Assessoria de Eventos Oficiais e Turismo.
A feira será realizada no Galpão Gaivotas, no Parque da Cidade, das 9h às 16h. Serão até 150 expositores selecionados, e caso o número de inscritos seja superior, a FCCR realizará um sorteio na terça-feira (26), às 14h.
As inscrições podem ser feitas no site da FCCR ou pessoalmente, na Secretaria Geral da FCCR (Avenida Olivo Gomes, 100, Parque da Cidade), em Santana, apresentando o formulário de inscrição, que consta no site, já preenchido e com até três fotos dos trabalhos que serão comercializados. No ato da inscrição, os proponentes devem indicar os ajudantes que permanecerão nos estandes, limitando a permanência de duas pessoas, com mais de 16 anos.
A relação de inscritos será divulgada na terça-feira (26) no site da Fundação Cultural. Mais informações pelo telefone (12) 3924 - 7317.

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